De todos os desejos reunidos na alma humana, o sonho da felicidade abstrata é o mais visível. É aquele sonho onde nos vemos com algo agora que não possuímos e quando conquistamos aquele “tesouro”, já estamos pensando em outro mais distante. É como aquela cenoura colocada diante dos olhos do cavalo, amarrada por uma corda que não o deixa alcançá-la. A cenoura está ali, mas tão perto e tão distante... A alma humana, sonhadora e infeliz, busca encontrar em alguma coisa externa a alegria, o contentamento que não encontra em si mesma. É uma procura inútil, uma viagem sem mapa, férias sem roteiro, uma fuga sem rota... O que buscamos e o que não encontramos, é a nossa própria ausência, é o distanciamento da nossa realidade, o aceitar-se! Descubra suas capacidades e necessidades, reveja seus conceitos que lhe fazem mal, pare de agredir a sua própria condição de menosprezar o real valor que você tem. Encontre-se antes de sair por ai jurando que ama essa e aquela pessoa. Isto só lhe trará dor e sofrimento e aumentará a sensação de que você nasceu para sofrer. Nem o “Aleijadinho” nasceu para sofrer, muito menos você, alma querida. O que está errado é o foco, é a direção. Corrija o rumo da sua vida, respeite-se, valorize-se e com certeza, aquelas portas fechadas vão se abrir de par em par, motivadas pela energia poderosa que habita em você.
Um domingo feliz e uma semana iluminada para todos!